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Edição 161

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UM BOLÃO

Uma declaração de amor ao leite e às suas pessoas!

Como expliquei na edição de janeiro, essa foi a ideia

das capas da Leite Integral de 2022. Mas, para a ideia sair

do papel, era fundamental que tivéssemos “modelos” que

topassem declarar esse amor. A cada convite, o medo de receber

o primeiro “não”. Mas, enfim, chegamos a agosto com sete “sins” e um

“ja” (sim, em holandês).

Quando conheci o Sr. Hans, eu ainda era uma estudante de Veterinária. Pois

bem, virou o século e, para minha imensa vergonha, ainda não sei pronunciar

corretamente o seu sobrenome (Groenwold). Mas isso nunca foi empecilho

para respeitá-lo e admirá-lo. Suas contribuições para o setor, como figura

pública e produtor de leite, são imensas. Isso sem falar no seu ótimo humor.

Sim, ele bate um bolão!

E não foi por acaso que escolhemos o mês de agosto para essa capa

Holandesa. Depois de dois anos de saudades, vamos, finalmente, nos

encontrar em Castro, na Agroleite. O coração já está acelerado e estamos

contando as horas para nos mudarmos por alguns dias para a Terra do Leite.

Além de amor, nossas capas de 2022 falam também de inclusão, de mostrar

que o leite no Brasil é feito por pessoas diferentes, em gênero, raça, cor e,

até mesmo, nacionalidade, mas que, independentemente disso, é movido

pelo amor. E foi justamente nesse ano que me senti, pela primeira vez em

toda a minha vida profissional, discriminada, como profissional e mulher.

Infelizmente, não tinha como escrever esse editorial sem falar disso, sem

convidar cada pessoa física e jurídica do nosso setor a refletir sobre esse tema

tão sensível e a pensar e repensar sobre nosso papel nisso. Compartilho com

você, nessa edição, o meu relato, intitulado “É essa a agenda ESG que teremos

no leite?”.

Desejo a você uma boa leitura e até a próxima!