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Manejo, Sanidade

Ibasa apresenta: Kaovitta é suporte inteligente para vacas em momentos de maior desafio

Ibasa apresenta: Kaovitta é suporte inteligente para vacas em momentos de maior desafio

Na pecuária leiteira, alguns momentos exigem decisão rápida, manejo eficiente e suporte estratégico ao animal. É justamente nas fases de maior pressão metabólica, imunológica e clínica que o produtor precisa contar com soluções práticas, seguras e aplicáveis à rotina da fazenda.

Foi com essa proposta que o Laboratório Ibasa desenvolveu o Kaovitta, um suplemento mineral e multivitamínico em suspensão oral pensado para apoiar vacas em situações de maior exigência fisiológica. O Kaovitta é posicionado como um modulador do metabolismo nutricional de bovinos frente a desafios como mastite, metrite, hipocalcemia e outras condições que elevam a demanda metabólica e imunológica do animal [8].


O desafio do período de transição

O período de transição, geralmente compreendido como as três semanas antes do parto e as três primeiras semanas de lactação, é amplamente reconhecido como uma das fases mais delicadas da vida produtiva da vaca leiteira [1]. Nesse intervalo, o animal passa por mudanças intensas no metabolismo, no sistema imune e na exigência por nutrientes, justamente no momento em que precisa se preparar para o parto e para o início da produção de leite [1,2].

Essa combinação aumenta a susceptibilidade a distúrbios metabólicos e enfermidades, como hipocalcemia, metrite e mastite, além de comprometer consumo, recuperação e desempenho futuro do animal. A literatura mostra que alterações na adaptação metabólica e na função imune logo após o parto estão associadas a maior ocorrência de retenção de placenta, metrite, mastite e endometrite [2,6].


Suporte real quando a vaca mais precisa

É nesse cenário que o Kaovitta ganha espaço. Com proposta de dose única, o produto entrega um benefício que o campo valoriza muito: menos manejo, menos risco e menor custo operacional. Em outras palavras, é uma solução desenhada para unir praticidade e suporte nutricional em uma única ferramenta [8].

Do ponto de vista fi iológico, essa proposta faz sentido porque vacas em transição ou sob desafio clínico precisam manter a homeostase mineral e metabólica em um momento de queda de consumo, aumento de exigência e maior vulnerabilidade orgânica. As recomendações nutricionais atuais para vacas leiteiras reforçam a importância do adequado suprimento de minerais e vitaminas para sustentar saúde, produção e adaptação nessa fase crítica [7].


Formulação completa para um momento crítico

A composição do Kaovitta reúne nutrientes estratégicos para apoiar o organismo de vacas em maior desafio.

Entre eles estão cálcio, zinco, selênio, cobre, magnésio, sódio, vitamina D3, vitamina C, vitamina E, vitamina B2, vitamina B6 e glicerina, formando uma combinação voltada ao suporte metabólico, mineral e vitamínico [8] (Tabela 1).

Esse conjunto conversa diretamente com a base científica do período de transição. O cálcio ocupa papel central na contração muscular, na função neuromuscular e na adaptação ao início da lactação, e sua queda ao redor do parto está associada a maior risco de hipocalcemia clínica e subclínica e a maior predisposição a outros transtornos [3].

Já os minerais e antioxidantes, como zinco, cobre, selênio e vitamina E, têm papel reconhecido na imunidade e na defesa antioxidante das vacas em transição. Revisões clássicas mostram que deficiência ou inadequação desses nutrientes pode comprometer a função imune justamente em um período de maior desafio inflamatório e metabólico [4]. As exigências e os efeitos de vitaminas lipossolúveis, especialmente vitamina E, também são amplamente discutidos na literatura [5].

Tabela 1: Níveis de garantia Kaovitta


Além disso, é importante reforçar a importância das vitaminas como cofatores enzimáticos e reguladores de processos fisiológicos fundamentais, destacando que sua insuficiência pode comprometer produção, fertilidade e resistência a doenças [5,7,8].

A administração oral líquida também agrega uma vantagem fisiológica importante: ao favorecer o fechamento da goteira esofágica, o produto é direcionado diretamente ao abomaso e, na sequência, ao intestino, reduzindo a interferência ruminal inicial e potencializando a disponibilização dos nutrientes. Na prática, isso signifi ca uma estratégia mais eficiente de entrega dos componentes da fórmula, especialmente em momentos em que o animal precisa de suporte rápido e efetivo [9].


Resultados gerados em condição real de campo

Um estudo conduzido pelo Nupeec Hub da UFPEL (Pelotas/RS) avaliou os efeitos do Kaovitta em vacas leiteiras acometidas por mastite ou metrite. Foram incluídas 14 vacas da raça Holandesa em lactação, monitoradas por sete dias após o diagnóstico clínico e distribuídas em dois grupos: Grupo Kaovitta (n = 8), que recebeu dose única do produto, e Grupo Controle (n = 6), que recebeu placebo, ambos administrados por via oral.

Os resultados evidenciam um incremento no aporte mineral, refletido no aumento dos níveis séricos de cálcio e magnésio nas vacas suplementadas. O grupo Kaovitta apresentou concentrações médias de cálcio de 8,65 ± 0,12 mg/dL, superiores ao grupo controle (7,38 ± 0,18 mg/dL). De forma semelhante, os níveis de magnésio também foram maiores no grupo Kaovitta (2,62 ± 0,05 mg/dL), em comparação ao controle (2,34 ± 0,09 mg/dL). Esses achados reforçam a suplementação como uma estratégia eficaz de apoio ao equilíbrio metabólico de vacas submetidas a desafios clínicos.

No perfil hematológico, os resultados indicaram maior estabilidade da resposta imune nos animais suplementados, com dinâmica das células de defesa mais equilibrada ao longo do período de acompanhamento, sugerindo melhor suporte fisiológico durante a enfermidade.

Também foram observados efeitos positivos nos parâmetros comportamentais e fisiológicos

dos animais, avaliados por meio de sistema de monitoramento por coleiras. As vacas suplementadas permaneceram menos tempo com frequência respiratória elevada e apresentaram maior nível de atividade diária, indicando melhor condição funcional e recuperação mais favorável ao longo do desafio clínico.

No desempenho produtivo, observou-se maior produção de leite no grupo suplementado, que atingiu média de 27,76 ± 2,21 L/dia, frente a 21,42 ± 3,38 L/dia no grupo controle. Mesmo em animais sob desafio clínico, esse resultado evidencia o potencial do produto em sustentar a produção e favorecer a resiliência produtiva em fases de maior exigência.

De forma integrada, os resultados sugerem que a suplementação com Kaovitta pode contribuir para um melhor suporte mineral, uma maior estabilidade fisiológica, uma melhor resposta funcional e maior sustentação do animal durante quadros de mastite e metrite.


Mais do que suplementar, é apoiar a resposta do animal

O produtor não busca apenas um produto, mas uma solução que se adapte facilmente à rotina, facilite o manejo e contribua para enfrentar momentos críticos da produção leiteira com mais segurança.

Com formulação completa e administração prática, o Kaovitta atende a essa demanda de forma clara e objetiva. Mais do que fornecer nutrientes, sua proposta é atuar como um aliado em situações de maior exigência fisiológica, favorecendo a sustentação do metabolismo, o equilíbrio mineral e a manutenção das funções fisiológicas do animal.


Por que Kaovitta chama atenção no campo?

O Kaovitta reúne uma combinação de atributos alinhados à realidade da fazenda:

  • suplemento mineral e multivitamínico em suspensão oral;
  • indicado para vacas em momentos de elevada exigência metabólica e imunológica;
  • praticidade de administração em dose única;
  • proposta de menor manejo, menor risco e melhor relação custo-benefício;
  • resultados gerados em condição comercial de campo;
  • resposta consistente em parâmetros metabólicos;
  • em animais sob desafio clínico, melhor sustentação do consumo e da produção.

Nesse contexto, o Kaovitta se posiciona como uma alternativa moderna, prática e comercialmente atrativa para o suporte nutricional de bovinos, agregando valor ao manejo e reforçando o compromisso com saúde, recuperação e produtividade [1,3,4,7,8].

Modo de Usar: agitar vigorosamente antes do uso. Administrar por via oral uma garrafa no pós-parto imediato, ou conforme recomendação para situações de elevada exigência metabólica e imunológica. Pode ser utilizado também durante a lactação ou como suporte nutricional ao tratamento medicamentoso de enfermidades relacionadas ao parto e ao metabolismo. Utilizar em dose única ou conforme orientação do médico-veterinário ou zootecnista.


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