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Manejo

Datamars apresenta: o impacto da rastreabilidade sobre a pecuária leiteira

Datamars apresenta: o impacto da rastreabilidade sobre a pecuária leiteira

No início dos anos 2000, a rastreabilidade bovina ganhou destaque no Brasil. O SISBOV (Sistema Brasileiro de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos) foi criado pelo governo federal com uma série de regulamentações que previam a adesão obrigatória de todo o rebanho nacional. No entanto, o projeto não avançou como previsto e acabou se tornando voluntário. À época, o principal objetivo era aprimorar o controle sanitário e ampliar a presença do Brasil em mercados mais exigentes, como o europeu. 

Duas décadas se passaram e, ainda hoje, apenas uma fração mínima do rebanho nacional é integralmente rastreada — em geral, apenas para atender exigências específicas, como a da Cota Hilton. Apesar disso, o tema jamais saiu da pauta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e, nos últimos anos, voltou a ganhar força com o apoio de associações representativas da produção e da indústria de carnes.


Se liga! Você já ouviu falar na Cota Hilton? Trata-se de um acordo comercial que permite a exportação de cortes nobres de carne bovina de alguns países — entre eles o Brasil — para a União Europeia, dentro de um limite previamente estabelecido. O nome curioso tem origem nos anos 1970, em referência à rede de hotéis Hilton, que simbolizava luxo e qualidade. A ideia era associar essa carne de alto padrão à sofisticação dos cardápios desses hotéis. Mas atenção: conquistar esse mercado não é simples. Além da quantidade restrita, os requisitos sanitários e de qualidade exigidos pelos europeus são rigorosos. Por isso, entrar nessa cota é sinônimo de prestígio para quem produz carne de excelência.  


Dados que impulsionam produtividade

Implementar protocolos de rastreabilidade demanda investimentos, que variam conforme a estrutura já existente nas propriedades. E sabemos que boa parte das fazendas brasileiras ainda carece de infraestrutura básica. No entanto, é necessário entender a rastreabilidade como vetor de transformação. O controle individual dos animais gera uma quantidade massiva de dados — e, com eles, a possibilidade de gerar indicadores confiáveis. 

Quando se analisam dados de ganho de peso em conjunto com informações sobre raça, origem, manejo e sanidade, é possível identificar padrões e tomar decisões mais embasadas. Esse processo cria um círculo virtuoso de otimização de recursos e aumento da produtividade, que transforma dados em valor.

Com o colar inteligente da Datamars, o comportamento de cada vaca é monitorado individualmente, gerando uma base robusta de dados para decisões mais precisas e manejo mais eficiente


Um caminho viável com tecnologia acessível 

O Brasil possui a maior pecuária comercial do mundo — e desafios proporcionais à sua grandeza. Mas esses desafios podem ser enfrentados com a mesma visão estratégica que transformou a agricultura brasileira em potência global. A tecnologia também evoluiu na pecuária: hoje, equipamentos como balanças e brincos eletrônicos, bastões de leitura, cercas monitoradas 24/7 e aplicadores de medicamento de fluxo contínuo estão muito mais acessíveis do que há vinte anos. 

Além disso, produtores que optam por adotar protocolos de rastreabilidade tendem também a investir em melhorias estruturais — como pastos, currais e, principalmente, na qualificação da mão de obra. Empresas como a Datamars trabalham para oferecer soluções inovadoras, sustentáveis e tecnológicas, com foco em gerar impacto mensurável na rotina e nos resultados da atividade para o produtor.  

O mercado exige — e o produtor responde 

Historicamente, a pressão do mercado internacional foi o principal fator de estímulo à rastreabilidade. Mas hoje cresce também a demanda do consumidor interno por informações sobre a carne que consome. A chave para essa transformação está nas mãos dos pecuaristas — empresários rurais que estão se modernizando e buscando tecnologias que os ajudem a planejar, gerir e executar com mais precisão. 

Vivemos a era da Pecuária de Precisão e das fazendas inteligentes, onde já é possível monitorar individualmente indicadores de comportamento e desempenho animal, da seleção genética ao abate. A rastreabilidade, nesse contexto, deixa de ser um fim em si mesma e passa a ser o ponto de partida para um novo modelo de pecuária — mais eficiente, sustentável e preparado para o futuro.


EMPRESAS COMO A DATAMARS TRABALHAM PARA OFERECER SOLUÇÕES INOVADORAS, SUSTENTÁVEIS E TECNOLÓGICAS, COM FOCO EM GERAR IMPACTO MENSURÁVEL NA ROTINA E NOS RESULTADOS DA ATIVIDADE PARA O PRODUTOR

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Datamars Livestock

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