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Fazendas, Gestão

De sesmaria à genética de exportação: conheça a Fazenda São Sebastião (Campo Florido/MG)

Fundada sobre herança centenária, a propriedade leiteira do Grupo AgroExport mostra como a continuidade familiar aliada à inovação pode criar um modelo de referência no agronegócio

De sesmaria à genética de exportação: conheça a Fazenda São Sebastião (Campo Florido/MG)

Localizada em um dos polos mais tradicionais do agronegócio brasileiro, a Fazenda São Sebastião, parte da Trading Company AgroExport, se destaca não apenas por sua história com raízes profundas em Campo Florido/MG, mas também pela gestão moderna e consciente de seus processos. Em um dia de chuva e prosa, passeamos pelos corredores do tempo da propriedade e compreendemos a origem dos pilares que sustentam o sucesso da operação: inovação tecnológica, respeito ao meio ambiente e valorização da equipe. 


A lenda do Barão 

Antes que a Fazenda São Sebastião fosse sonho, lavoura ou piquete, antes mesmo que houvesse vaca, cerca ou trator, havia um homem de espírito bravo e visão ampla. O nome que o tempo guardou foi “Barão do Campo Formoso”, mas seu começo vinha das montanhas mineiras, de uma cidade chamada Carrancas. Dizem que chegou pelas bandas de Uberaba no fim do século XVIII, entre 1790 e 1800, carregando no corpo as marcas de uma guerra e no coração a vontade de prosperar. Em umas das guerras da era imperial, o Barão lutou com bravura. Perdeu um braço, mas não o pulso firme que o faria representante político da região onde decidiu fixar-se. Como recompensa por sua atuação e influência, recebeu uma sesmaria de 132 mil hectares – terras a perder de vista, virgens, que dariam origem ao que viria a ser o município de Campo Florido, batizado em sua homenagem. 

Ali, no meio do cerrado, o Barão fincou raízes. Estabeleceu morada, construiu família e fez da terra o seu legado. Com o tempo, a sesmaria foi se dividindo entre herdeiros, mas a memória dele permaneceu viva, passando de geração em geração – não apenas nos sobrenomes, mas na relação quase sagrada com a terra. “A minha avó materna foi a herdeira disso aqui. Casou-se com o meu avô e ficaram com 5 mil hectares, que foram divididos pelos quatro filhos. Depois, meu pai dividiu a fazenda dele conosco. Eu fiquei com essa área, esse patrimônio de 2.500 hectares”, concluiu Sílvio de Castro Cunha Júnior, proprietário da Fazenda São Sebastião, puxando o fio invisível das memórias que conectam passado, presente e futuro. 


O quinto herdeiro 

Sílvio Jr. herdou não apenas hectares, mas o senso de responsabilidade com sua terra e o olhar além das divisas da fazenda. “Sempre fomos uma família de pecuaristas, nunca de agricultores. Só a partir da geração do meu avô que viramos agricultores, começando pela sojicultura”, contou. Foi nos anos 2000 que Sílvio, sempre atento às transformações do agronegócio, percebeu que a vocação da terra podia ser ampliada. Com a queda da soja e os desafios da piscicultura, ele voltou o olhar para a atividade que, hoje, representa a maior receita da propriedade: a produção de cana-de-açúcar. “Nessa época, depois de muita irrigação, transformei a história da fazenda”, orgulhou-se o quinto sucessor do Barão do Campo Formoso.


Se liga: Em 1943, via decreto estadual, o município foi renomeado como Campo Florido, território subordinado à Comarca de Uberaba. 



Graduado em Agronomia na Universidade Federal de Lavras e com o espírito do pioneirismo que abraça a sua linhagem, Sílvio idealizou sua principal atividade em 1984: a exportação de gado vivo. “Eu comecei a vender gado leiteiro, via transporte aéreo, para criadores do Peru, da Colômbia e da Venezuela. Depois, partimos também para o corte”, recapitulou. E assim teve origem a AgroExport, trading brasileira pioneira em desenvolver mercados, viabilizar a cadeia logística e disponibilizar os melhores serviços agregados ao processo de exportação de animais vivos. 

Hoje um símbolo de modernidade e gestão sustentável, a AgroExport é filha do espírito familiar empreendedor e mãe do projeto que fez emergir a produção comercial de leite na Fazenda São Sebastião.


Onde o leite virou legado 

Se a história da AgroExport começou com comércio e gado, foi na Fazenda São Sebastião que o leite passou a correr pelas veias da família Castro Cunha. Situada entre as lavouras de cana e outras culturas, a atividade leiteira tornou-se muito mais que uma extensão da comercialização do “gado em pé” – é um projeto de vida, construído com paciência e ciência. 

A São Sebastião nasceu assim, como um experimento, quase um desafio. Começou como um projeto-piloto, desenvolvido para atrair comitivas de visitantes internacionais: “Fiz um projeto para mostrar que era possível, em um hectare e com três funcionários, produzir mil litros de leite”, contou Sílvio. E deu certo. 

O sucesso da vitrine montada para provar eficiência virou modelo. Daquele hectare, expandiu-se para 57. Logo, a criação a pasto foi substituída pelo Compost Barn, um sistema de confinamento capaz de abrigar animais de alto desempenho produtivo, com bem-estar e sanidade. E, claro, vieram as protagonistas do projeto, as vacas Girolando e Holandês. De acordo com Sílvio, nesse momento aconteceu a segunda grande transformação da propriedade: “Há quase 10 anos, com a assistência e incentivo da Agroceres Multimix, encaramos o desafio de adaptar o tipo de gado e manejo para um sistema de produção que opera 24 horas por dia”, recordou.




Sílvio, embora filho de um criador de Nelore, apaixonou-se pela raça nacional Girolando e virou um defensor fervoroso da sua genética. Fez parte da diretoria da associação da raça, investiu em melhoramento genético e programas de embriões e participou de feiras internacionais, levando uma mensagem clara: o Brasil tem uma genética imbatível para o clima tropical. “Os graus de sangue 3/4 ou 5/8 são para quem já tem uma estrutura mais intensiva, mas eu sou particularmente fã do meio-sangue. Costumo até fazer uma brincadeira: o carro mais veloz do mundo é a Ferrari, mas não adianta ter Ferrari em estrada de terra. Nesse caso, melhor é a Toyota, que anda mais devagar, mas chega com eficiência. E o Girolando é o nosso Toyota”, comparou Sílvio. 

De acordo com ele, a AgroExport é a grande divulgadora do fenótipo e potencial produtivo do Girolando na feira de Dubai, onde estão concentrados os principais compradores da porção tropical do planeta: “O interesse de alguns países africanos e do mundo árabe em produção de proteína animal é grande, e o interesse no Brasil é maior ainda. Tanto que já estamos desenvolvendo projetos que contarão com a genética meio-sangue e 3/4 que estamos levando daqui pra Bangladesh, por exemplo. Já está embarcando um navio e, daqui em diante, embarcará pelo menos um por ano”, pontuou. 

Hoje, a Fazenda São Sebastião é referência. Com média de produtividade de 29 litros do gado Girolando e 40 litros do rebanho Holandês oriundo da Fazenda Colorado (Araras/SP), produz 12 mil litros de leite por dia, com planos de chegar aos 15 mil até o fim deste ano. Para isso, os gestores pretendem aumentar a participação da raça Holandês na genética do rebanho, já que as instalações estão preparadas para a nova meta de produção. Além disso, em paralelo, planejam atingir o plantel de 500 receptoras de embriões F1 e 3/4 Holandês-Gir. Dessa forma, a extração de leite e o comércio de embriões, tanto no mercado interno quanto para a exportação, serão receitas equivalentes e complementares na Fazenda São Sebastião.


O cuidado invisível 

Mais do que volume, a meta é qualidade do leite e saúde do rebanho. A preocupação sanitária está presente desde a origem do projeto, de forma que o animal que não atende aos critérios sanitários preconizados pelos órgãos regulatórios é eliminado — tudo passa por testes e quarentenas e nada escapa ao rigoroso programa de erradicação de brucelose e tuberculose. O resultado é a ausência de novos casos há três anos. Da mesma maneira, as vacas com histórico crônico de mastite são as principais candidatas ao descarte voluntário. 

No monitoramento sanitário da Fazenda São Sebastião, o bezerreiro ocupa papel estratégico. É ali que começa a formação do rebanho, e, consequentemente, a continuidade do projeto genético e produtivo da propriedade. 


 HOJE UM SÍMBOLO DE MODERNIDADE E GESTÃO SUSTENTÁVEL, A AGROEXPORT É FILHA DO ESPÍRITO FAMILIAR EMPREENDEDOR E MÃE DO PROJETO QUE FEZ EMERGIR A PRODUÇÃO COMERCIAL DE LEITE NA FAZENDA SÃO SEBASTIÃO 

O berço do futuro da Fazenda São Sebastião é monitorado com precisão tecnológica e cuidado humano 


Para ampliar a capacidade de controle de enfermidades, a propriedade investiu no pasteurizador de leite no bezerreiro, garantindo a biosseguridade da alimentação fornecida à categoria de cria. Essa medida foi fundamental para reduzir a incidência de doenças, especialmente a brucelose e tuberculose. 

O bezerreiro também é equipado com alimentadores automáticos e é composto por baias individuais e coletivas que proporcionam condições ideais para o desenvolvimento dos animais. Mas, apesar da tecnologia e das instalações, o fator humano continua essencial. A atenção diária da equipe do setor garante a detecção precoce de qualquer anormalidade e reduz significativamente a mortalidade na fase de cria.

Lorena Aquino, responsável pela categoria, acompanha todos os bezerros desde o nascimento, assegurando que recebam o colostro no tempo e volume corretos, monitorando os sinais de saúde e bem-estar, controlando o ambiente e mantendo os registros zootécnicos atualizados sobre cada animal. “Se não houver acompanhamento de perto e constância nos protocolos, os prejuízos podem comprometer anos de trabalho”, comenta a colaboradora, que atua com conhecimento técnico e sensibilidade. 

O resultado de tanta dedicação é um plantel jovem saudável e preparado para atingir altos patamares de produtividade no futuro. 


Equipe responsável por garantir o sucesso operacional no bezerreiro da Fazenda São Sebastião 


Piquetes coletivos abrigam os lotes de bezerros que seguirão para o setor de recria da Fazenda São Sebastião 


Sustentabilidade como norte

Na Fazenda São Sebastião, tudo tem propósito, até o que parece não ter. Isso porque se o leite é o carro-chefe da fazenda, os dejetos são o combustível de um sistema circular, inteligente e sustentável. 

Sílvio, com seu olhar inquieto e comprometido, sempre soube que produtividade sem consciência ambiental seria um projeto pela metade. Foi por isso que implantou um sistema de manejo de dejetos tanto eficiente quanto cuidadoso. 

Tudo começa no Compost Barn, onde os corredores são raspados e os resíduos são recolhidos. Os dejetos são canalizados para um reservatório, onde passam pela decantação que separa o sólido do líquido. Assim, o que antes era visto como descarte, agora é recurso, pois a fração sólida tona-se adubo orgânico de alta qualidade para fertilizar as lavouras da fazenda, enquanto a parte líquida é armazenada e utilizada como fertirrigação em áreas específicas. 

NA FAZENDA SÃO SEBASTIÃO, TUDO TEM PROPÓSITO, ATÉ O QUE PARECE NÃO TER



Com isso, a fazenda reduz drasticamente o uso de adubos químicos, melhora a saúde do solo e transforma o resíduo em riqueza, com responsabilidade e visão de futuro. "Se a gente quer produzir por gerações, tem que cuidar do sistema com respeito e com método", alertou Sílvio. 

Como parte do compromisso com as práticas sustentáveis e a redução de custos operacionais, a Fazenda São Sebastião também investiu na implantação de energia solar fotovoltaica. As placas foram instaladas em pontos estratégicos e hoje abastecem 80% das demandas energéticas da propriedade — e esse é mais um passo que consolida a São Sebastião como modelo de inovação responsável no agronegócio brasileiro. 


Ciência a favor da produtividade 

Na São Sebastião, a inovação é um processo contínuo, sempre com foco na eficiência, na saúde do rebanho, na qualidade do leite e na sustentabilidade em longo prazo. 

A propriedade conta com um sistema de monitoramento das vacas em tempo real, utilizando colares com sensores de ruminação e atividade que ajudam a identificar cio, alterações comportamentais, quedas no desempenho e sinais precoces de problemas de saúde. Os dados gerados são integrados a softwares de gestão que permitem à equipe técnica tomar decisões mais rápidas e precisas. 

No manejo nutricional, a fazenda possui fábrica própria de ração, o que garante padronização, rastreabilidade e controle de custos. Toda a formulação é feita com acompanhamento técnico e adaptada ao desempenho dos lotes, de forma a reduzir desperdícios e otimizar resultados. 

Com exceção do feno destinado às vacas de alta produção, o volumoso incluído na dieta é produzido na própria fazenda, com planejamento nutricional definido por especialistas e apoiado pela Agroceres Multimix. “Conseguimos elevar a produtividade e reduzir o custo com a alimentação, que representa a maior parcela de despesas da atividade”, comentou Maurício Beirigo, consultor técnico da Agroceres. Sílvio corroborou: “Na nutrição, nós estamos muito bem assessorados”.


Oferta de alimento concentrado nos lotes de recria da Fazenda São Sebastião


O galpão de Compost Barn, onde se concentra o rebanho leiteiro produtivo, é climatizado e projetado com foco no bem-estar animal: ventilação forçada, aspersão controlada, camas secas e manutenção frequente. O mesmo controle do estresse térmico acontece na sala de espera da ordenha, a qual é realizada em sistema automatizado, com controle individual de produção e qualidade do leite, o que permite o acompanhamento de indicadores como contagem de células somáticas (CCS), fundamental para manter a saúde da glândula mamária. 

Os gestores da propriedade também realizam parcerias com instituições de pesquisa para testar inovações que podem contribuir tanto com a produtividade nas lavouras quanto com o sistema de produção de leite. Douglas Dumont, gerente agrícola, destaca que muitas soluções tecnológicas estão presentes nos mais de 600 hectares irrigados de culturas tradicionais e, até mesmo, exóticas, plantadas na propriedade. “Também adotamos o controle biológico para inibir o desenvolvimento de patógenos e insetos que acometem determinadas culturas”, exemplificou o Agrônomo. 

A conectividade também recebeu atenção. Com internet implantada em áreas estratégicas da fazenda, a equipe pode acessar e registrar informações em tempo real, inclusive em setores distantes. “Tecnologia sem gestão não resolve. Mas gestão sem dados também não anda”, resume Sílvio, ao destacar que o investimento tecnológico é parte de um processo maior de profissionalização no campo.  






Sobre o que espera das tecnologias do futuro aplicadas à pecuária, Sílvio projeta que as ferramentas de rastreabilidade, mais do que exigências de mercado, se tornarão diferenciais estratégicos que agregarão valor à produção de proteína animal. “Todo o mundo está de olho do Brasil, pois temos o maior rebanho bovino do mundo. A rastreabilidade será a referência de transparência, confiabilidade e excelência”, afirma.


Compromisso com as pessoas 

Mas o que talvez mais encante quem conhece a São Sebastião é o olhar atento para o capital humano. Famílias inteiras vivem e trabalham ali. Filhos de funcionários crescem entre os galpões e depois são convidados a estudar para serem os próximos Agrônomos, Zootecnistas ou Médicos Veterinários. Alguns graduam-se e permanecem na fazenda; outros vislumbram oportunidades mundo afora. 

Ariel Ribeira da Silva, supervisor agrícola na São Sebastião, brincou que está ali “desde bezerrinho”, quando acompanhava o pai, colaborador há mais de 20 anos. “Na minha casa era bastante gente, então meu pai não podia pagar faculdade para nós. Se não fosse pela Fazenda, eu não conseguiria ter feito minha graduação em Agronomia”, contou ele, grato e orgulhoso por ser responsável por uma grande área de plantio. 

“As pessoas são parte essencial da evolução da nossa atividade. Somos 23 funcionários fixos, muitos com décadas de casa, como o nosso gerente geral, Antônio Carlos Apolinário”, admirou Valdiego Nunes, gerente da Fazenda São Sebastião e guardião do sucesso do sistema de produção. O Médico Veterinário chegou ali jovem, movido pelo desafio e pela vontade de aprender. Não demorou muito para que encontrasse na São Sebastião não apenas um trabalho, mas um propósito. Subiu degrau por degrau, aprimorando a habilidade técnica em cada parte da engrenagem que gira o sistema e, sobretudo, compreendendo o valor da confiança na gestão de pessoas. Hoje, lidera uma equipe que ele conhece pelo nome e pela história.

SOBRE O QUE ESPERA DAS TECNOLOGIAS DO FUTURO APLICADAS À PECUÁRIA, SÍLVIO PROJETA QUE AS FERRAMENTAS DE RASTREABILIDADE, MAIS DO QUE EXIGÊNCIAS DE MERCADO, SE TORNARÃO DIFERENCIAIS ESTRATÉGICOS QUE AGREGARÃO VALOR À PRODUÇÃO DE PROTEÍNA ANIMAL 



Valdiego não administra somente números, administra vínculos. Sabe os indicadores zootécnicos na ponta da língua e também sabe a importância de uma escuta ativa para assegurar o bem-estar dos colaboradores e a manutenção da mão-de-obra de qualidade na operação. Em suas palavras, há um traço de emoção que escapa quando ele fala da própria trajetória na Fazenda: “Essa fazenda mudou a minha vida. O que eu aprendi aqui, o tanto que confiam em mim, é algo que eu não consigo expressar, só agradecer. O Sílvio sempre me tratou com respeito profissional e pessoal. E eu faço questão de cuidar daqui como se fosse minha casa”. 

Sob sua gestão, a fazenda avançou ainda mais. Elevou a produtividade, qualificou processos, implantou melhorias para o bem-estar animal e fortaleceu os laços com a equipe. E tudo isso sem perder a simplicidade que sempre o guiou. 


Um modelo que inspira 

A história da Fazenda São Sebastião mostra que, com trabalho sério e visão empreendedora, é possível transformar realidades e manter-se competitiva. De sesmarias centenárias a uma fazenda modelo no Triângulo Mineiro, a trajetória da família Castro Cunha inspira outros produtores a acreditarem na terra, no conhecimento e nas pessoas. 

Hoje, quem atravessa os portões da Fazenda encontra muito mais que produtividade, encontra um pedaço vivo da história brasileira, cultivado com cuidado e visão. Em cada hectare mora um pouco do passado do Barão, do presente de Sílvio Jr. e do futuro que a terra ainda vai contar. 

A geração seguinte, representada por Sílvio Neto, já está envolvida na gestão dos negócios familiares, com mentalidade moderna e voltada às tendências de sustentabilidade, inovação e marketing. E assim, entre ordenhas e embriões, a São Sebastião se firma como um dos pilares do Grupo. Uma fazenda com nome de santo e produtividade de gigante, liderada por quem acredita que o campo pode ser grande, moderno e, acima de tudo, humano.


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Autor

ALOMA EITERER LEÃO

ALOMA EITERER LEÃO

Aloma Eiterer Leão, Médica Veterinária graduada na UFV, com mestrado e doutorado em Produção Animal pelo departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG.


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