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Manejo

Saiba quais manejos são decisivos para preservar a saúde do rebanho no Compost Barn

O conforto oferecido pelo Compost Barn exige contrapartidas rigorosas no manejo sanitário. O manejo correto da cama e o bom manejo sanitário são decisivos para preservar a saúde do rebanho em sistemas confinados

Saiba quais manejos são decisivos para preservar a saúde do rebanho no Compost Barn

A intensificação da pecuária leiteira e o aumento da produtividade por vaca têm trazido novos desafios para o setor. Diante desse cenário, produtores de leite do estado da Virgínia (EUA) desenvolveram o sistema Compost Barn, com o objetivo de melhorar o conforto, aumentar a longevidade das vacas e reduzir os custos das instalações. Idealizado em condições de clima temperado, o sistema se disseminou rapidamente pelo mundo, adaptando-se as condições tropicais. 

O Compost Barn é um sistema de confi namento para bovinos leiteiros que tem proporcionado ganhos significativos em conforto e bem-estar animal, saúde, índices reprodutivos e na produtividade dos rebanhos. Entretanto, o setor produtivo tem demandado informações sobre o manejo da cama, principalmente no período de transição, visto que muitas propriedades manejam as vacas no periparto dentro do Compost Barn, com partos ocorrendo sobre a cama de maravalha. 

A compostagem é um processo aeróbico de estabilização da matéria orgânica, nesse caso, fezes e urina dos animais. Para que ocorra adequadamente, é necessário adicionar uma fonte de carbono, como maravalha, serragem ou casca de café, entre outros materiais. O processo de compostagem gera calor, e a temperatura ideal deve estar entre 55 ºC e 65 ºC. Para manter a temperatura, recomenda-se o revolvimento da cama duas a três vezes por dia, utilizando implementos agrícolas, bem como o controle da umidade. 

A elevada umidade da cama leva à sua compactação, favorecendo processos anaeróbicos e a produção de calor. Dessa forma, práticas como a reposição parcial da cama e o uso de ventiladores são estratégias recomendadas para o controle adequado da temperatura e da umidade da cama de compostagem. 

Durante o processo de compostagem, as elevadas temperaturas podem favorecer a redução da quantidade de bactérias patogênicas presentes de forma viável na cama. Entretanto, informações mais detalhadas sobre o tempo de eliminação ou sobre a capacidade dessas bactérias patogênicas causarem problemas sanitários ainda são limitadas, especialmente nas condições brasileiras. Assim, apesar do conforto proporcionado pelo sistema, erros no manejo da cama podem favorecer a disseminação de doenças infecciosas no rebanho.

O COMPOST BARN É UM SISTEMA DE CONFINAMENTO PARA BOVINOS LEITEIROS QUE TEM PROPORCIONADO GANHOS SIGNIFICATIVOS EM CONFORTO E BEM-ESTAR ANIMAL, SAÚDE, ÍNDICES REPRODUTIVOS E NA PRODUTIVIDADE DOS REBANHOS  

Conforto térmico, bem-estar animal e manejo intensivo: animais em repouso sobre cama de compostagem, em galpão de Compost Barn — cenário cada vez mais comum na pecuária leiteira nacional 

A presença de lotes pré-parto dentro do galpão e suas implicações 

Nesse contexto, com a disseminação do uso do Compost Barn e ampliação do número de fazendas com esse sistema intensivo de produção, vacas secas foram trazidas para dentro dos galpões como forma de oferecer melhor conforto, controle da dieta e facilidade na observação do momento do parto dos animais na maternidade. Alguns sistemas de produção incorporaram baias de parição, geralmente localizadas em uma das extremidades do galpão. Após monitoramento do início do trabalho de parto, as vacas são separadas para parir nessas baias, que contam com camas de maravalha limpa. Contudo, muitas vezes os sistemas não foram planejados para abrigar tais baias de parição, e as vacas do lote maternidade permanecem na mesma cama que as demais vacas em lactação. O manejo de vacas no período pré-parto dentro do galpão de Compost Barn pode trazer vantagens significativas, como o aumento do conforto e a redução do estresse por calor pelo sombreamento, proporcionando ganhos significativos para saúde da vaca e das bezerras no pós-parto.

Outra possibilidade é submeter as vacas aos sistemas de resfriamento existentes na fazenda, como banhos com aspersão e ventilação na sala de espera da ordenha. 

Entretanto, a ocorrência do parto na cama do Compost Barn pode gerar potenciais riscos sanitários, uma vez que há possibilidade de contaminação da bezerra, da placenta e da região perineal da vaca com o material da cama. Essa contaminação da placenta aumenta o desafio para a ocorrência de doenças uterinas. Por outro lado, as bezerras enfrentam maior desafio quanto à contaminação das vias aéreas, da boca e do umbigo. Alguns produtores relatam problemas com a cura do umbigo e ocorrência de diarreias nos primeiros dias de vida das bezerras.

Outro problema sanitário decorre do manejo inadequado dos restos de parição, como líquido amniótico e membranas fetais. Considerando que as vacas do lote maternidade estejam na mesma cama que as vacas em lactação, nos momentos de revolvimento da cama existe o risco potencial de que os restos de parição, caso não sejam retirados previamente, sejam dispersos pelos implementos agrícolas utilizados, contaminando os lotes de vacas em lactação. Esse cenário representa um risco para a disseminação de doenças infecciosas, como leptospirose e brucelose. 

Controle da mastite: importância da cultura na fazenda em rebanhos sobre cama de compostagem 

A mastite e a metrite são as duas principais causas de uso de antimicrobianos na pecuária leiteira nacional e, consequentemente, da ocorrência de resíduos no leite. A literatura evidencia a existência de uma epidemia silenciosa de resistência aos principais antimicrobianos comerciais, o que impacta o meio ambiente, bem como a qualidade e a segurança do leite e derivados, dentro do conceito de saúde única. O manejo diário de revolvimento da cama pode facilitar a disseminação de patógenos dentro do galpão.  


O manejo de vacas no pré-parto dentro do Compost Barn oferece conforto e facilita o monitoramento, mas exige atenção redobrada à biosseguridade — especialmente quando o parto ocorre diretamente sobre a cama

Em sistema de cama com compostagem, o uso da cultura bacteriológica na fazenda para diagnostico da mastite torna-se ainda mais importante, em função do desafio sanitário presente na cama, principalmente de patógenos ambientais eliminados nas fezes dos animais. Além disso, a cultura auxilia no diagnóstico precoce de casos de mastite clínica, na identificação de patógenos presentes no rebanho e na redução no uso de antimicrobianos, em torno de 50 a 60%, diminuindo os custos de tratamento, o descarte de leite por resíduos e retardando o avanço da resistência aos antimicrobianos. Dessa forma, o sistema de criação pode influenciar a qualidade do leite. 

Entre junho de 2022 e outubro de 2024, foi realizado um diagnóstico microbiológico para identificar os patógenos causadores da mastite no Compost Barn tipo túnel de vento, localizado no Campo Experimental José Henrique Bruschi, da Embrapa Gado de Leite, no município de Coronel Pacheco/MG. O controle da mastite é realizado por meio da cultura bacteriológica na fazenda para os casos clínicos, além da realização de testes microbiológicos em todo o rebanho (para detecção de casos subclínicos) com o objetivo de controlar os patógenos ambientais e contagiosos. 

Nos exames microbiológicos da mastite subclínica, realizados no sistema Compost Barn no período de junho de 2022 a outubro 2024, foram isolados como principais patógenos: Staphylococcus não aureus (SNA) (23,0%) e Streptococcus uberis (8,0%). Outros agentes identificados, embora com menor frequência, foram: Streptococcus dysgalactiae (5,5%), Streptococcus sp. (2,8%), Streptococcus bovis (1,2%), Staphylococcus aureus (0,7%) e bactérias Gram-negativas (0,4%). Vale ressaltar que vacas identificadas com Staphylococcus aureus e Streptococcus agalactiae são descartadas do rebanho. 

Outro fato observado foi a variação sazonal na contagem de células somáticas (CCS) do rebanho ao longo do ano. Nos meses de verão, durante períodos mais intensos de chuva, a maior umidade relativa do ar pode dificultar a secagem da cama. O estresse por calor do verão contribui para maior ocorrência de mastites, por um efeito adverso sobre a imunidade dos animais. Além disso, a maior umidade da cama pode propiciar condições mais adequadas à manutenção e à proliferação de bactérias patogênicas. Assim, especial atenção deve ser dada ao manejo da cama durante o período de chuva, sendo necessária, em algumas situações, a reposição de maravalha como estratégia de controle da umidade da cama. 

Além da mastite, outras doenças são importantes dentro do sistema Compost Barn, como a metrite, a leptospirose e a brucelose, que causam importantes problemas reprodutivos. Está em execução, pela Embrapa Gado de Leite e instituições parceiras (USP, UFLA, UFMG), um projeto com objetivo de entender a relação entre a microbiota da cama e a ocorrência de infecções uterinas, mastite, brucelose e leptospirose em vacas no periparto, bem como a ocorrência de B. abortus e Leptospira dentro do sistema, principalmente por tratar-se de rebanho confinado. As informações obtidas poderão orientar produtores e técnicos quanto ao melhor manejo do rebanho e da cama no período de transição em sistema Compost Barn, com foco na sanidade animal.

Ocorrência de metrite: prevalência de endometrite citológica em vacas alojadas em Compost Barn 

A pesquisa avaliou 302 vacas, provenientes de 20 fazendas, manejadas no pré e pós-parto imediato em Compost Barn, das raças Girolando e Holandês. As vacas foram submetidas a exame de citologia endometrial pela técnica de cytobrush. Para cada lâmina avaliada, foram contadas pelo menos 300 células, sendo consideradas com endometrite citológicas aquelas com mais de 6% de neutrófilos. 

Observou-se uma prevalência de 30,46% de endometrite citológica em vacas alojadas em sistema Compost Barn entre a primeira e a sexta semana pós-parto. Na terceira e quarta semana pós-parto (entre 21 e 35 dias pós-parto), observou-se 44,8% (43/96) de vacas com endometrite citológica, valor considerado elevado. É importante ressaltar que apenas 8,3% (25/302) das vacas avaliadas haviam sido diagnosticadas com infecções uterinas no pós-parto (Figura 1).



Essa discrepância entre o menor diagnóstico clínico de infecções uterinas e a elevada prevalência de endometrite citológica indica a necessidade de aprimorar o diagnóstico de doenças uterinas. Também é possível que os desafios ambientais associados ao sistema Compost Barn estejam contribuindo para esse cenário. Entretanto, os efeitos dessa maior prevalência de vacas com endometrite sobre a fertilidade das vacas ainda precisam ser melhor investigados.
O Metricheck é técnica desenvolvida na Nova Zelândia que permite avaliar a descarga vaginal de vacas no pós-parto. O método utiliza um dispositivo de aço inox com ponta de borracha côncava. Introduzido na vagina, o dispositivo coleta a secreção vaginal, que pode ser classificada em um escore de 1 a 4:

1. Muco transparente; 

2. Muco com estrias de pus; 

3. Muco purulento; 

4. Muco purulento com odor fétido. 

Essa técnica permite diagnósticos mais precisos das doenças uterinas e possibilita a implementação de protocolos de tratamento ajustados à realidade de cada fazenda, sob orientação do médico veterinário responsável. 

Manejo de placenta e restos de parição 

Um ponto importante para a biosseguridade do rebanho é o manejo adequado dos restos de parição, especialmente a placenta (membranas fetais). Em fazendas onde o parto ocorre na cama de compostagem, é necessário garantir a remoção cuidadosa desses resíduos. Caso contrário, durante o revolvimento da cama, esses materiais podem ser carreados para outros lotes de vacas em produção no Compost Barn, favorecendo a disseminação de doenças infecciosas, como brucelose e leptospirose. 

O mesmo cuidado deve ser dado ao manejo de fetos abortados, que também devem ser removidos da cama de compostagem. Esse material (placenta, fetos abortados) deve ter o mesmo destino que carcaças de animais mortos na propriedade, de acordo com a legislação ambiental. Outro aspecto importante da biosseguridade está relacionado à presença de animais domésticos soltos na propriedade. Cães, comuns em propriedades rurais, podem ser transmissores de doenças como a neosporose. 

Ao carregar restos de placenta ou fetos abortados entre os lotes de produção, esses animais ampliam o risco de contaminação em outras áreas da fazenda ou mesmo em propriedades vizinhas.

No caso da neosporose, por exemplo, ao ingerir a placenta de animais acometidos, os cães completam o ciclo de vida do parasita, tornam-se infectados e passam a eliminar oocistos nas fezes, contribuindo para a disseminação da doença. Assim, uma boa prática de biosseguridade é o controle rigoroso da circulação de animais domésticos e a restrição do acesso às áreas de produção, por meio de medidas como o cercamento com telas.


 

Principais microrganismos presentes na cama de Compost Barn nas regiões de Minas Gerais e Goiás: análise por sequenciamento 16s rRNA 

Nessa pesquisa, foi avaliada a presença de microrganismos em camas de 20 sistemas Compost Barn localizados nos estados de Minas Gerais e Goiás. Em todos os sistemas analisados, o lote maternidade encontrava-se dentro do galpão de Compost Barn. Para a identificação dos gêneros de microorganismos, foi utilizada a técnica de metagenômica com sequenciamento de 16S rRNA. A análise taxonômica demonstrou a presença de 422 famílias e 929 gêneros, nos lotes pré e pós-parto. Entre os microrganismos presentes podemos destacar a presença de gêneros como: Bacillus, Clostridium, Staphylococcus, Corynebacterium, Mycobacterium, Pseudomonas, Rhodococcus, Mycoplasma, Nocardia, Listeria, Campylobacter e Bartonella spp. os quais compreendem tanto espécies patogênicas como não patogênicas. 

Alguns desses gêneros apresentam espécies patogênicas reconhecidas por sua associação a doenças infecciosas em bovinos. Destacam-se Pseudomonas spp., com espécies zoonóticas relacionadas a surto de mastite bovina, bem como Clostridium spp. e Bacillus spp., ambos relacionados a doenças infecciosas em bovinos. 

Esses resultados demonstram que, mesmo sob manejo adequado, as camas de compostagem abrigam bactérias com potencial patogênico para bovinos. Também foi realizada cultura e isolamento bacteriológico de amostras uterinas de vacas alojadas em sistemas Compost Barn. As espécies isoladas com maior frequência foram: Escherichia coli (57,5% - 57/99), Enterococcus hirae (12% - 12/99), Trueperella pyogenes (10% - 10/99), Bacillus cereus (9% - 9/99), Streptococcus uberis (6% - 6/99), Streptococcus pluranimalium (6% - 6/99), Staphylococcus equorum (6% - 6/99). 

Esses resultados estão alinhados com os gêneros microbianos previamente identificados nas camas, reforçando a conexão entre a microbiota ambiental e os agentes etiológicos das infecções uterinas. 

A patogenia dessas doenças está relacionada à disbiose — um desequilíbrio na microbiota uterina — que geralmente se inicia com o crescimento excessivo de Escherichia coli, seguido pela colonização por outras bactérias oportunistas, como Trueperella pyogenes. Os dados de isolamento também apontam a associação de diversos outros microrganismos com a ocorrência de endometrite citológica. 


O correto manejo da placenta e demais resíduos do parto é essencial em sistemas Compost Barn. A permanência desse material na cama representa risco sanitário, favorecendo a disseminação de doenças como brucelose e leptospirose

Protocolo Embrapa: importância da saúde única e da biosseguridade 

O conceito de saúde única propõe uma abordagem integrada entre saúde humana, animal e meio ambiente. Nas últimas décadas, essa perspectiva tem ganhado força diante do aumento na ocorrência de doenças infecciosas emergentes. Estima-se que dois terços dessas enfermidades emergentes tenham origem em zoonoses - e, dessas, cerca de 75% provêm de animais selvagens. A Covid-19 é um exemplo emblemático dessa dinâmica, assim como a gripe aviária, cuja transmissão recente para bovinos demonstra a relevância do tema. 

A degradação de habitats, a poluição, a disseminação de espécies invasoras e as mudanças climáticas são exemplos de pressões ambientais que favorecem o aparecimento de novas doenças ou a migração de patógenos para fora do habitat natural, afetando o ser humano e os animais. Exemplo clássico é a raiva bovina, cujo hospedeiro do vírus, o morcego hematófago, tem buscado se alimentar de animais domésticos em função de mudanças nas seu habitat natural. Alinhada ao conceito de saúde única, a biosseguridade é um conjunto de práticas voltadas à prevenção da entrada (biosseguridade externa) e da disseminação (biosseguridade interna) de agentes causadores de doenças na propriedade. 

Entre os exemplos aplicados à pecuária leiteira, destacam-se: o controle de acesso de pessoas e veículos, o treinamento de funcionários conforme áreas de risco, a restrição da circulação de animais domésticos como cães e gatos, e o tratamento adequado de dejetos. Embora ainda recente na bovinocultura de leite, a biosseguridade tem ganhado destaque diante dos atuais desafios sanitários. 

O objetivo é a promoção da saúde dos animais, com a redução da ocorrência de doenças. Ao mesmo tempo, a biosseguridade busca proteger o ser humano e o meio ambiente, promovendo o uso racional de antimicrobianos, antiparasitários e demais medicamentos veterinários - o que contribui para a diminuição de resíduos no leite e derivados. 

Com esse enfoque, a Embrapa, em parceria com a Boehringer Ingelheim, lançou o Programa de Certificação em Biosseguridade, voltado à melhoria da saúde dos animais, à redução de doenças e ao uso consciente de medicamentos, com reflexos positivos nos índices produtivos.

De forma resumida, o planejamento da biosseguridade detalhada no protocolo envolve: 

• Identificação dos indicadores zootécnicos e sanitários; 

• Análise de risco e elaboração de plano de ação (prevenção, controle e mitigação); 

• Estabelecimento de zonas de biosseguridade; 

• Sinalização e controle de acesso; 

• Implementação de barreiras físicas e químicas; 

• Manejo, diagnóstico e tratamento de enfermidades. 

O protocolo está disponível para fazendas interessadas em implantar práticas consistentes de biosseguridade.  

Considerações finais 

O sistema Compost Barn provocou transformações significativas na pecuária leiteira nacional, promovendo avanços na produtividade, no bem-estar e no conforto dos animais. No entanto, a intensificação dos sistemas de produção também impõe novos desafios - especialmente no campo da sanidade animal. 

Para preservar a saúde do rebanho e dos colaboradores, é fundamental adotar uma abordagem preventiva. Isso inclui manter o rebanho fechado, com controle rigoroso de entrada e saída de animais, e investir em práticas consistentes de biosseguridade. Só assim será possível garantir a sustentabilidade produtiva e sanitária dos sistemas intensivos baseados no Compost Barn.


Agradecimentos 

Os autores agradecem a CAPES, CNPq, FAPEMIG (processos: APQ-00665-22 e RED-00132-22) e Embrapa (projeto SEG 10.23.00.112.00.00).

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EMBRAPA GADO DE LEITE

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